ESTA SOU EU
22 22UTC setembro 22UTC 2008
Sou alegre, gosto de rir, mas alimento o meu interior do que sinto e, evidentemente, do que leio e escrevo. Estes dois atos são, sem dúvida, uma forma de paixão.
Minha mãe e eu. Tem diferença?





BEM; AGORA A GRANDE PAIXÃO LITERÁRIA:
Carlos Drummond de Andrade e sua forma intimista de ser poeta motivou os meus primeiros enleios literários. Ao longo do tempo, sua obra me absorveu mais e mais e estudá-la, na pós-graduação, se tornou um trabalho sério, mas prazeiroso.
Além de Drummond, outros poetas e ficcionistas se foram incorporando ao meu lado esquerdo. Entre eles:






e tantos, tantos outros!
Mas chega um momento em que temos de aperfeiçoar o que fazemos e, aí, só mestres, também poetas, também amigos, para ajudar:
A eles, o eterno obrigada!
Mas a voz do interior continua insistente e, então, começam a surgir os frutos de nossa emoção e de nosso trabalho:






Diante da produção, necessário se torna divulgá-la e, aí, difícil escapar a lugares que têm tudo para que nos sintamos bem:
Na bienal, homenageando o meu poeta maior.
Em Petrópolis, com uma poetisa super acolhedora.
Em Itabira, no centenário de Drummond e num momento de vida inesquecível.
No lançamento do meu primeiro livro. Momento impossível de esquecer!
Fundação Casa de Rui Barbosa, onde coletei as crônicas de Drummond e fiz amigos que existirão sempre.
Autógrafo de A prosa à luz da poesia na FCRB.
Apresentação do meu sétimo livro a Paraty e, certamente, ao mundo.
Na Primavera dos livros, com o editor, em 2007.
E enquanto não houver melhor resposta para esta paixão que me faz escrever todos os dias, contento-me em admitir que
EXPLICA!

